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Resenha: 50 Tons de Cinza

Quem não gosta de romance? Acredito que este seja um dos gêneros mais lidos, talvez mais pelo sexo feminino... mas, pra falar a verdade, acho — só acho —, que a maioria dos leitores que curtem romance, não gostaram de 50 Tons de Cinza, por ser uma obra muito fraca!

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Resenha: O ladrao de Raios

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Resenha do livro "Um Dia"

Um Dia é um belo romance, não tão açucarado. Nele encontramos o amor (ah, o amor), que surge despercebido entre Emma e Dexter, e que amadurece junto a eles, ás vezes parecendo ter sumido com o passar dos anos, mas sempre estando lá, fincado nos corações dos dois. "O amor nunca morre"!

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Review do filme "MAMA"

Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicação de como sobreviveram sozinhas.

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Top 7 criaturas sobrenaturais

Uma enquete com a pergunta "qual você prefere?" em relação às criaturas "zumbis, sereias, vampiros, bruxos, fantasmas, anjos, e lobisomens", ficou aberta para votação no blog. Agora, de acordo com o resultado, analisem um Top 7 criaturas sobrenaturais, normalmente encontradas nos livros YAs.

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Entrevista com Amanda Steilein.


E aí pessoal, tudo beleza? Hoje trago mais uma entrevista para vocês, só que dessa vez não é com um autor parceiro.
Eu entrevistei a Amanda Steilein (autora de O País do Vento), que é um amor de pessoa... acredito que vocês vão gostar bastante dela. Olha ela aí em baixo:


AMANDA STEILEIN, 17, escritora e sonhadora. Talvez escrever e desenhar sejam as únicas maneiras que ela encontrou para se expressar. Seu primeiro livro, O País do Vento, foi publicado pela editora Multifoco, sob selo Dimensões, em novembro de 2011.






Mas chega de enrolação e vamos à entrevista:

Amanda, eu não sei muita coisa sobre o País do Vento, além do que tem na Sinopse. Poderia falar a mim e aos leitores do blog, sobre ele? A história terá uma continuação?

R.: O País do Vento é uma história que gira em torno de Ailly Vanzuitta, a qual prevê tragédias nos seus sonhos. Ela descobre que é uma fada na Corte de Soulin, na Irlanda, onde seus pais detém a regência da Corte. Lá ela conhece Vaiola, Flynn e Forman, o duende que sabe muito mais do que aparenta. Ela também é apresentada aos Corrompidos e Sincerianos, assim como um dragão que gosta de ser malvado e quer dominar o mundo das fadas. Ailly e Flynn fazem parte de uma profecia prevista há muito tempo, a qual foi confiada a Forman. O livro não terá uma continuação. Na verdade, terá um spin-off como protagonista o duende, Forman Gwyneth, mas irá se passar 180 anos antes da Ailly e do Flynn. 

No seu livro, com qual personagem você mais se identifica, e Por quê?

R.: Eu adoro a Ailly. Por causa do jeito impulsivo dela. Ela faz coisas que eu frequentemente tenho vontade de fazer, mas me contenho. 

Sabemos que para publicar um livro, um escritor enfrente várias dificuldades. Qual foi a maior que teve para publicar o livro?

R.: Realmente, foi a parte de conseguir alguma resposta de alguma editora. O primeiro passo tinha sido feito, que foi escrever o livro. Então mandei para inúmeras editoras. E então esperei. Essa é a pior parte. A espera. Você não sabe se estão lendo seu livro, se excluíram seu email sem querer e você não pode ficar mandando emails para perguntar. Você tem que esperar. 

O quê você utilizou como inspiração para escrever?

R.: Meus irmãos, eu e minha amiga brincávamos disso quando éramos crianças. A gente fingia que havia dois mundos paralelos, o dos humanos e os das fadas, e, num belo dia, três irmãos descobrem que são filhos da rainha das fadas e vão parar naquele mundo mágico e sem sentido. A brincadeira ia até aí. E teve esse dia que eu resolvi escrever a continuação e surgiu O País do Vento. 

Se o livro fosse virar filme, que atriz você escolheria para fazer o papel principal?

R.: Eu nunca tinha pensado nisso, mas já que estou pensando agora, você vão me achar meio boba. Pensei direto na Hilary Duff como a Ailly e no Sean Wing como Flynn x)

Fale sobre você e seus livros e autores favoritos.

R.: Eu sempre me baseei na Meg Cabot para escrever. O jeito divertido e irreverente da narrativa dela me fascina e o modo como uma história boba fica viciante também. Na minha lista de livros favoritos sempre estão os livros dela. Mas gosto muito de Eduardo Spohr e de Raphael Draccon. São dois autores que eu realmente admiro. A Batalha do Apocalipse foi o primeiro livro do Spohr que eu li e do Draccon, foi Caçadores de Bruxas. 

Qual autor(a) você considera um gênio? Por quê?

R.: Essa é difícil, mas direi Dan Brown. Os livros dele são fantásticos. Cheios de conteúdo histórico misturado com romance e muito, muito suspense. Eu o considero um gênio porque, quando estou lendo um livro dele, não consigo largá-lo antes de terminar. E isso é muito, muito bom.

Fale um pouco sobre obras futuras.

R.: Tenho um romance pronto chamado Um Novo Amanhecer e tenho trabalhado muito num projeto chamado Anastácia. Este último está quase concluído. Se passa em um universo totalmente alternativo, na era medieval, cheio de lutas com espadas e esse tipo de coisa. Já Um Novo Amanhecer é mais light, em certo ponto. É um drama mais adolescente e realista, sobre superação e recomeços. Por enquanto nenhum deles será publicado, mas estou confiante para ver no que esses projetos irão dar.

Qual seu gênero favorito?

R.: Fantasia. Mas gosto de romance também. Na verdade, se o livro for bom, eu leio. Vou de Meg Cabot à Harlan Coben num pulo.

Alguém precisou te incentivar a ler, pra você descobrir que amava fazer tal coisa?

R.: Na verdade, desde pequena meu pai me incentivou a ler. Eu leio desde que me conheço por gente, mas escrever foi algo que aconteceu naturalmente, num desses dias que a gente está frustrado com o término de alguma série de livros ou coisa parecida. Digamos que o culpado por eu ser uma bookaholic é meu pai.

Toda sua família é apaixonada por ler e/ou escrever, ou é só você mesma?

R.: Meus pais gostam bastante de ler, já meus irmãos, nem tanto. Estou tentando sem muito sucesso, arrastá-los para esse vício também. Tenho esperanças de que algum dia consiga fazer minha irmã ler pelo menos um gibi x)

Deixe um recado para os leitores do blog.

R.: Muito obrigado pelo apoio e pela oportunidade! E se você é um escritor também, não desista da sua história só porque recebeu um não. Isso é comum. O que importará mesmo será o dia do sim e isso você nunca irá esquecer :)

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OBS:

E, por fim, gostaria de dizer — por favor — as pessoas que costumam estar copiando posts dos blogs por aí, que, se caso for pegar algo do Isso é Interessante — não só entrevistas como qualquer post —, coloque a fonte com um link, além de avisar que fará tal coisa. Agradeço.


Carlos Rodrigo
Carlos Rodrigo Rodrigo ainda está no colégio, tem 14 anos, se vê no futuro como um jornalista e escritor — já concluiu um livro, mas ainda não chegou a enviá-lo para uma editora. Livros são seus grandes companheiros, mas adora filmes e séries de TV também.

Currently have 4 comentários:

  1. Ah, ficou muito boa a postagem, Rodrigo! Agradeço a oportunidade! *-*

  2. Muito interessante a entrevista!
    Não conheço muitas meninas novas que gostam da Hilary Duff :D
    To com vontade de conhecer a obra!

  3. Que bom... também to morrendo de vontade de ler o livro da Amanda Stilein, mas acho que agora não vai dar. :/

  4. Eu amei a entrevista!!!!!!!!!!
    Tipo, ainda não tinha ouvido falar de o País do Vento, mas agora que estou sabendo da existencia dele, estou louca para ler.
    A capa é tudo, e a Amanda Stilein deve ter feito um ótimo trabalho.
    Parabéns pela entrevista, Rodrigo!!!!!!


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