O início do livro se mostra dentro do padrão para uma comum história de detetives; e é essa a sensação que o leitor pode ter, a de achar que será desta forma até a última palavra. Mas, decerto, estará redondamente enganado!

A escrita de Marina Sondoval é ágil, porém não tão detalhada quanto deveria, no entanto, isto não impede em nada a viajem do leitor pela fantástica história que se desenrola a cada página. 

São quase todos os personagens misteriosos. A autora sempre faz com que você se pergunte: é realmente ele(a) o que aparenta ser? Não são tantos os personagens existentes, o que só torna a trama mais fácil de ser compreendida; em parte, pois quase tudo é motivo de questionamento, aumentando à tensão do leitor.


C.S é a abreviação de Carlos Stanley, um detetive que acabou de abrir o seu escritório. Ele sempre achou que a vida de detetive particular seria algo simples: basicamente trabalhar para maridos e mulheres ciumentas, mas nunca pensou que se tornar investigador poderia colocá-lo em uma aventura com seres até então por ele desconhecidos. 

Seu primeiro caso o leva a uma cidadezinha chamada Vale do Rubi. Lá ele encontrará Christa, a mulher que o contratou, mas logo percebe que tem algo estranho nessa mulher, assim como em toda a cidade”.


"Aí meu Deus, o que irá acontecer? Por que isto está acontecendo justo com ele? Será que eles não são humanos? Aquela mulher é um demônio?" O Baú de Christa - C.S. Detetive Particular  é mais ou menos assim, chegando ao clímax no seu grandioso desfecho.

Parabéns a escritora, Marina Sondoval, que tem talento e trilha o caminho certo para um futuro de sucesso!!

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